quarta-feira, 8 de junho de 2016

Sobre o agora




Olá leitores..!
Hoje dedicarei este post para pensarmos um pouco, sobre algo tão presente, que mal nos damos conta...
Para quem acompanha, sabe que estive trabalhando em minha revista, no projeto da faculdade. No trabalho em conjunto, fui a colunista da mesma... E escrevi uma crônica sobre a pauta a qual venho lhes comentar...
Meu caro leitor, já deparou-se sobre como anda o mundo à sua volta..?
Avanços contínuos, tecnologia de ponta.... Mas como andam nossos relacionamentos..?
O que é viver atualmente, afinal..?
Facebook, celulares, internet, curtidas... Pessoas que vendem sua imagem por 3 minutos de atenção... Mas onde está o “conversar”, ou “estar presente”..?
Então passa... E sequer percebemos....
Ontem mesmo, você era uma criança, que levantava pelas manhãs de sábado, enrolava-se nas cobertas, e ia para o sofá, assistir animações....
Você não percebe... E logo você está postando sobre relacionamentos, talvez demonstrando uma felicidade inexistente... Ou uma revolta desnecessária.
Oh, não. Não sou contra tecnologia... Inclusive, valorizo-a. Do contrário, não você não estaria lendo este texto....
Eu sou contra revolta e generalização das coisas... Muitas vezes, motivações para sermos mais unidos e iguais, fazem com que nós separássemos-nos...
Ódio desnecessário.... Rebeldia sem causa.....



E nessa, ele voa. Ninguém percebe.... Nem rápido, nem devagar.... Ele apenas passa.
E na realidade, depois que vai embora, não há como retorná-lo.
Tempo que passa, não se recupera.
E nossos relacionamentos tornam-se supérfluos... O material torna-se mais importante. Você deve estar em constante movimento... Ou você afundará.
Mas ainda acredito que a profundidade do afeto entre as pessoas ainda existem. Os mais intensos, os mais tímidos.... Que deixem fluir. Fluir como o tempo....
Assim tempo passado, será tempo bem aproveitado.
Ou logo mais o porta almas, como das nossas arte, virá buscá-lo.... Rs
(Corre lá na página do facebook  para ver a cara dele)
See ya ;)


segunda-feira, 6 de junho de 2016

O Mad Max game que deu (quase) certo

Sim, eu sei que teve o NOVO jogo do Mad Max. Nunca joguei ele, mas parece um jogo ok e tudo mais. Me refiro aos jogos que saíram na época do filme. Mais especificamente o para Nintendinho e a homenagem a Mad Max chamada "Outlander" pro SNES.


Ambos os jogos foram feitos pela Mindscape, porém com qualidades diferentes. Com "qualidade" não me refiro aos gráficos. O jogo para o NES é completamente injusto e uma droga de controlar, principalmente nas fases com o veículo. Beira o ridículo. O Nintendinho é conhecido por ter jogos difíceis, mas isso não é desculpa. Basicamente, a ideia do jogo é dirigir o carro para diversos locais, sair dele, explorar a área e pegar itens.


Assim que você começa a correr com o carro, inimigos aparecem from hell (só pode) e começam a queimar seu rabo com chumbo sem parar, fora as batidas de carro. Antes de você ter algum tipo de reação natural ou tentar ao menos aprender a jogar, já te explodiram. Isso se o combustível não acabar enquanto tu escapa. O jogo, apesar de uma falha, foi lançado mesmo assim. Não seria o primeiro lixo da Mindscape de todo jeito. Depois veio Outlander, um jogo com estilo similar a Mad Max porém sem o título. E embora não carregue o título, é um jogo muito superior.


Fora o melhoramento gráfico, o jogo não é numa perspectiva do topo e sim atrás do carro, como todo jogo de corrida na época (e usado ainda hoje). Os inimigos não são tão cruéis quanto no jogo anterior, você tem armas diferentes para usar e uma variedade de itens que podem ser coletados em jogo. Infelizmente, apesar de ser um jogo divertido de ação, ele é longo sem apresentar motivos para. Os inimigos se repetem no jogo inteiro e a única coisa que muda conforme você progride é que eles levam mais hits para morrer e chegam em um número maior em cada fase. O jogo precisava muito de uma variedade de inimigos e cenários para merecer tanto tempo de jogatina. Você vê as mesmas casas tantas vezes que começa a acreditar que o jogo resetou do nada.
Apesar desses problemas, eu recomendo que joguem. Principalmente se curtem a franquia e mundos desse tipo. Ou você pode jogar Fallout 4 usando a camiseta da OPSI. Tu que sabes.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Meu retorno ao mundo de FNAF

Como amante de jogos de terror e demais coisas, quando Five Nights at Freddy's surgiu eu fiquei curioso e joguei. Me apaixonei pela franquia, mais pela história dos animatrônicos e o mistério do que pela jogabilidade em si mas ainda assim gosto muito.
Eu joguei apenas até o terceiro jogo, ainda não tive oportunidade de esperar o FNAF 4, embora eu tenha assistido diversos vídeos de gameplay do jogo e estudado sobre. Depois de FNAF 3, meio que esqueci a franquia por um tempo acreditando que seria o fim. Então recentemente eu descobri um jogo chamado "The Joy Of Creation"criado por Nickson, um programador.


Basicamente, é um fnaf 3D, só que você pode se mover no cenário e fugir dos animatrônicos. Cada fase é com um animatrônico diferente. Cada animatrônico tem algum tipo de macete para afugentar ele ou escapar. Eu ainda não consegui vencer um deles (menos ainda a chica) mas a experiência é interessante e assustadora. Mais assustadora que FNAF, que não passa de um Jumpscare Simulator. O jogo originalmente era um point and click simples, mas foi alterado para free roaming na versão Reborn, que é a que eu joguei.


Se quiser jogar, basta baixar pelo link e aproveitar. E não esqueça de acessar nossa loja OPSI

terça-feira, 31 de maio de 2016

Relatos de uma filha de uma mãe que entende das referências



 Olá leitores..!
Hoje vou contar sobre algo que não costumo expor tanto, mas achei tão digno, que é justo rs
Seria mais adequado no dia das mães, mas não vejo razão para não postar agora.
Hoje, leitores, contarei sobre minha mãe.
Eu não sei vocês, mas eu acho a minha mãe a melhor do mundo rs
A razão..?
Bom, além de muito compreensiva, ela entende de verdade o universo jovial. Ela pode não estar  tão dentro, mas ela entende o contexto. Mas como, e por que raios você está falando da tua mãe aqui no post, dona Lara..?! Acontece que achei extremamente justo, referente ao acontecido de domingo.
Bom, ela queria ir no cinema, e queria ver Alice, eu sugeri Guerra civil, já que ela não havia visto ainda, e ela concordou.
Bom, ela não acompanha as HQs, porem, gosta muito dos filmes... Questionou quem era o Pantera... Até aí tudo bem. Eis que vem o corte de cena “Queens”. Ela olha, e pergunta:
“Quem é..?” eu não respondi.
A cena prosseguiu, Tony diz:
“Ah, senhor Parker..!”
eis que minha mãe me olha, e fala:
“Ah..! Parker.... Peter Parker...! O homem-aranha..!”
eu não precisei dizer nada. Vamos convir, ela não acompanha HQs, mas o fato dela saber disso, é muito legal..!
Ela sempre viu os desenhos e filmes (ela me conta até hj, que via uns vingadores antigão, que eles mal se mexiam na tela rs).

Acho que era esse aqui, de 1966.... xD


Fora tantas outras ocasiões....
Ela apaixonou-se pelo Vincent Valentine quando vimos Final Fantasy – Adveture Children. Comprou duas camisetas, uma do Vincent e outra do Cloud Strife... e bom.. ela não deixava eu usar. Tinha um ciúme desgraçado das ditas. Rs

Eterno crush da mamãe...

Ela foi a bienal, viu o pôster do Ezio (na época que lançaram os livros. Detalhe, que eu não estava junto rs) e gamou. Ela comprou os três livros, e atualmente está quase acabando a renascença. Segundo ela, muito sanguinário, muita vingança, mas muito legal. Rs
Eu sempre coloco músicas para fazer meus afazeres...
Um dia desses, coloquei “Iron- Wood Kid”, ela veio a porta do quarto, e disse:
“ah..! Assassin’s creed.”
Certa vez, eu estava tentando lembrar as cenas pós créditos dos filmes da Marvel...
Eu: “Mãe... lembra-se da cena pós credito dos guardiões da galáxia..?”
ela: “é o Thanos.” (nessa até eu fiquei chocada....)

Quando eu era criança, ela arrumava meu cabelo como o da Sailor Moon. A primeira vez que ela fez, ela me sentou, arrumou meus cabelos, e pediu para que eu visse, e me questionou, se eu reconhecia quem era... (Na verdade, nunca pedi para ela fazer... passei a pedir depois da primeira rs)
Ela toca Disney songs no violão, para ensinar os alunos dela, e cantar comigo.

Dentre todos os cavaleiros do zodíaco, ela ama o Ikki.

Ela adora o Wolverine, Thor, Capitão América, Vincent Valentine, Star Lord, Aragorn, Thorin...
Sabe quem é o Stan Lee.
Ela lia para mim, quando criança, contos da Agatha Christie (Hercule Poirot) e Sir Arthur Conan Doyle (Sherlock Holmes)

No fim da tarde, quando eu estudava de manha, e ela também, assistíamos, juntas, Avatar - A lenda de Aang...

Quando tem tempo, pinta quadros, faz crochê, costura, faz sushi, tira músicas no violão e ainda lê 4 livros de uma vez.

Até hoje, ela ainda me diz:
“Ah, Lara... que saudade do cara de orelha de cachorro e roupa vermelha... Inu-yasha, né..?”

é... ela ainda me pergunta sobre ele rs

Mas mais do que esses pequenos atos absolutamente incríveis, ela é compreensiva, inteligente, divertida, criativa, independente....

Aliás, ela também adora as estampas da OPSI. Principalmente a do projeto Nyu. Já olhou lá..?
Me perdoem a todo vocês que acham que têm a melhor mãe do mundo...  Mas a minha, (para mim) é incomparável.

Uma singela homenagem a essa mulher tão incrível que abre minha janela quando estou dormindo para me acordar, e me zoar de propósito.

Até leitores.

            Bônus:
Ela pira no Han Solo...!
 Ama a saga.... E sim, ela chorou.... :,/

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Demônios não são demônios



Assim como demais membros deste blog e da Opsi, eu aprecio o ocultismo e o oculto. Porém eu não sou um ocultista nem quero ser. Eu gosto de estudar esses assuntos com uma mente Parapsicóloga. E como Parapsicólogo amador (ou apenas fã de parapsicologia), embora eu não aceite o que a superstição conta sobre as criaturas do submundo eu não nego a existência delas. E eu realmente aprecio quando mídias que eu acompanho fazem interpretações menos supersticiosas sobre monstros, demônios, fantasmas e etc (Ghostbusters que o diga). Dentre esses, acho que nenhum é mais "demonizado" do que o próprio demônio. Ele sempre foi o símbolo do desconhecido e do mal, geralmente ligado a cultura cristã e ao Satanás. Uma criatura que existe apenas para distorcer, destruir e enganar. E se demônios fossem apenas uma espécie do planeta, como todos os outros seres vivos? Com esse pensamento em mente trago aqui duas versões de demônio que aprecio.
O primeiro está em Demon's Crest, um jogo do Super Nintendo sobre um mundo onde a humanidade foi destruída e os demônios dominaram. Os demônios tem a mesma aparência usual, porém apresentam as mesmas atitudes e inteligência que humanos. Não são apenas um monte de bicho feio urrando. Tanto que alguns deles passam a colecionar e estudar o que os humanos deixaram para trás.



O Segundo é Devilman de Go Nagai, um mangá também sobre a batalha entre humanos e demônios. Nessa história, os demônios, que viviam na Terra antes dos humanos, foram congelados durante a Era do Gelo. Por causa de tal congelamento, a única forma deles se conectarem com o mundo é invadindo a mente fraca de algumas pessoas, ou seja possuir elas. Um cientista descobriu isso analisando o fóssil de um desses demônios. Basicamente, demônios são como os dinossauros, uma espécie antiga e não exatamente espíritos malígnos.

Além disso, a história critica o significado de um demônio, quando durante a invasão algumas pessoas ficam tão dominadas pelo medo que cometem atrocidades umas com as outras, levando o protagonista a questionar quem é o verdadeiro demônio.


Eu não tenho um repertório enorme de filmes/animações/livros de demônio e eu sei que essas duas não são as únicas interpretações de demônios que existem, mas são as que mais chamaram minha atenção, particularmente o devilman que é um dos meus mangás favoritos. É isso galero, semana que vem eu escrevo uma breve análise sobre... alguma coisa.