quinta-feira, 5 de maio de 2016

Resenha necessaria de Mogli - O menino lobo



 Olá leitores..!
Hoje, darei um resenha sobre o filme Mogli – o menino lobo.
Bom, para início, Mogli nunca foi um dos desenhos da Disney que me chamou muita atenção...  acredito que posso contar nos dedos quantas vezes o assisti...
 Quando estava para sair, assisti ao trailer, com uma chamada interessante, mas nada que me fizesse encher os olhos de verdade. Eis que começou a pipocar “obra prima” entre tantos comentários positivos do gênero, então, decidi largar minha falta de empatia com o desenho, e fui ao cinema ver em 3D.

cenários impressionantes


Foi uma das experiências mais incríveis e lindas que tive no cinema.
O filme evoca muito ao clássico, com o ponto a mais da tecnologia atual. Os cenários e personagens de computação gráfica são de encher os olhos, e mesmo que sejam personagens falantes e expressivos, é algo que flui de forma natural.

Esse Bagheera <3


Poucos aspectos da história mudaram, mas somente para funcionar com o roteiro. Sem alarde, motivações e o histórico de Shere Khan seria um destes. Nada que comprometa. Apenas uma modificação sutil para a história fazer sentido. Alem de tais aspectos, o hino dos lobos é algo a se considerar como a típica poesia para ter do lado da cama, e ler como um livro de cabeceira.

Raksha, a mãe de Mogli

Ponto positivo para com a forma como fizeram funcionar a interpretação do jovem Neel Seth. O personagem Mogli é o mais esperto a medida que uma criança da idade dele pode ser. Certamente, leva-se em consideração que trata-se de um menino selvagem, mas ainda não força tampouco subestima a inteligência que um garoto entre os 11 ou 12 anos pode ter.
O clássico possui a famosa música “Necessário”, que a principio, parecia não encaixar tão bem, mas ela foi colocada, e fluiu de maneira linda. A segunda música, a de King Louis, pareceu um pouco desnecessária, ou mesmo mal colocada, porém, nada que atrapalhe o filme no contexto geral.
Ressalvo para cenas que mostram muito do caráter do pequeno Mogli. Pode não haver uma palavra na mesma, contudo, a trilha sonora envolve de forma que te faz mergulhar no emocional em mensagens sutis ou absolutamente claras.

E comentando um aspecto que foi espetacularmente impressionante, para a dublagem brasileira. A princípio, torci o nariz por saber que seria um elenco de atores famosos brasileiros. Bom, novamente, a surpresa foi absoluta, pois é impossível de perceber Thiago Lacerda (o eterno Simbad) em Shere Khan. O elenco, apesar de não serem propriamente dubladores, fez funcionar de maneira genuína, a ponto de fazer esquecer quem de fato são.

O filme então, é uma poesia tão linda quando a citada pela alcateia. Uma verdadeira obra de arte.



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